Um pouco de romantismo...
para não disser que o poeta só vive do caos, vou falar sobre paixões...
A chama de um Candeeiro
Nosso romance e como
A chama de um candeeiro,
Que exposto ao tempo
Sofre a ação do vento;
Ao seu comando balança,
Dança, entorta, deita e levanta!
Em dias de calmaria,
Sua luz erradia,
Um imenso clarão,
Que de inveja
Muitos incomodam,
Com sua ofuscação!
Em dias de turbulência
A chama se precipita
A ponto de se esvair
De quase todo seu conteúdo;
Mas não se apaga, contudo!
Da sua luz consegue se ver
Somente faíscas de emoção,
Mostrando ainda estar viva,
A chama da paixão!
Candeeiro, nem que venha,
Um vento forte, um furacão!
Não deixe a chama acabar
Seja qual for à razão;
Nem a luz do romance apagar,
Em meu coração!
GIL Cuiabá 16/09/08
A chama de um Candeeiro
Nosso romance e como
A chama de um candeeiro,
Que exposto ao tempo
Sofre a ação do vento;
Ao seu comando balança,
Dança, entorta, deita e levanta!
Em dias de calmaria,
Sua luz erradia,
Um imenso clarão,
Que de inveja
Muitos incomodam,
Com sua ofuscação!
Em dias de turbulência
A chama se precipita
A ponto de se esvair
De quase todo seu conteúdo;
Mas não se apaga, contudo!
Da sua luz consegue se ver
Somente faíscas de emoção,
Mostrando ainda estar viva,
A chama da paixão!
Candeeiro, nem que venha,
Um vento forte, um furacão!
Não deixe a chama acabar
Seja qual for à razão;
Nem a luz do romance apagar,
Em meu coração!
GIL Cuiabá 16/09/08
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